
Estudar Jung vai além dos livros: análise pessoal, grupo e supervisão
Bom, se você acompanha meus textos da série “Jung, por onde começar?”, já sabe que eu tenho uma lista de livros que considero ponto de

Bom, se você acompanha meus textos da série “Jung, por onde começar?”, já sabe que eu tenho uma lista de livros que considero ponto de

Uma reflexão sobre como a cultura colonial criou uma moralidade do sofrimento — e como Exu, enquanto imagem arquetípica, nos convida a reintegrar o prazer e a vitalidade que foram demonizados.

A obra de C.G. Jung não apenas sobrevive, mas se fortalece num cenário de fragmentação e excesso de diagnósticos.

Muitas vezes a gente se prende em certas coisas, tentando lhes dar sobrevida. A imagem arquetípica de Xapanã/Obaluaê/Omolu nos ensina que não há transformação sem morte. e que o silêncio é o que permite o ciclo se completar.

Introdução à Psicologia Analítica de Jung.

Quando alguém descobre a Psicologia Analítica de Jung, uma das primeiras perguntas que surge é quase inevitável: “Mas isso não é a mesma coisa que
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