Obaluaê, Omolu e a Necessidade da Morte para Transformar

Muitas vezes a gente se prende em certas coisas, tentando lhes dar sobrevida. A imagem arquetípica de Xapanã/Obaluaê/Omolu nos ensina que não há transformação sem morte. e que o silêncio é o que permite o ciclo se completar.
Setembro Amarelo: Conscientização e Prevenção do Suicídio

Setembro é o mês em que o amarelo toma conta das redes sociais, dos crachás nos consultórios, das fitas nas lapelas. Mas antes de seguir em frente, quero te fazer uma pergunta direta: quando você vê esse amarelo, o que você sente? Para muitas pessoas, é um lembrete incômodo. Para outras, é um convite ao […]
Autismo na Perspectiva Junguiana: uma visão integrativa e simbólica

O autismo, ou Transtorno do Espectro Autista (TEA), é uma condição complexa que impacta profundamente a forma como o indivíduo se relaciona com o mundo, compreende interações sociais e processa emoções. A Psicologia Junguiana, com sua abordagem simbólica e arquetípica, oferece uma compreensão singular e rica sobre essa condição. Na perspectiva junguiana, o autismo pode […]
Suicídio Passivo: Quando a Alma Clama Silenciosamente por Ajuda – Uma Perspectiva Junguiana

Introdução Ao pensarmos sobre suicídio, geralmente imaginamos comportamentos ativos e planos concretos. Entretanto, existe uma modalidade menos perceptível, mas igualmente dolorosa e significativa: o suicídio passivo. Neste artigo, exploraremos essa questão à luz da Psicologia Analítica, mostrando por que a dor emocional silenciosa merece tanta atenção quanto qualquer outro sofrimento visível. O que é o […]
Relações Transferenciais na Era Digital: Um Novo Olhar sobre as Redes Sociais

Introdução As redes sociais, hoje onipresentes em nossa cultura, transformaram profundamente a forma como nos relacionamos. Se, por um lado, elas potencializam conexões e possibilitam trocas em tempo real, por outro lado, nos confrontam com desafios psicológicos e emocionais inéditos. Para a Psicologia Analítica, a dinâmica transferencial — ou seja, as projeções e reencenações inconscientes […]
Zelda e a Jornada do Herói: O Self em Busca da Triforce

Desde o lançamento de The Legend of Zelda em 1986, a franquia se tornou um marco nos videogames, encantando gerações com suas histórias épicas e personagens memoráveis. Mas por trás da aventura de Link, há um profundo simbolismo que ressoa com a Psicologia Analítica de Carl Jung e com a Jornada do Herói, de Joseph […]
Ho-Oh: O Pokémon Fênix e o Simbolismo da Transformação

Desde os primeiros jogos da franquia Pokémon, somos apresentados a criaturas que carregam significados profundos, inspirados em mitologias de diversas culturas. Entre elas, Ho-Oh se destaca como um símbolo poderoso de ressurreição, renovação e transformação. Se você já viu esse Pokémon lendário voando pelos céus em um arco-íris, saiba que há muito mais por trás […]
A Influência dos Mitos Indígenas Brasileiros na Psicologia do Inconsciente

Como as narrativas míticas das culturas indígenas revelam aspectos do inconsciente coletivo A mitologia indígena brasileira é um tesouro simbólico repleto de arquétipos, narrativas e imagens que ecoam profundamente no inconsciente coletivo. Para a psicologia analítica de Carl Gustav Jung, os mitos não são apenas histórias contadas ao longo das gerações; eles são expressões vivas […]
Jung e a Religião: Espiritualidade, Psicologia e o Inconsciente

Carl Gustav Jung é frequentemente associado à espiritualidade e à religião, mas será que ele era um homem religioso? Ele defendia alguma doutrina específica? Sua teoria psicológica está relacionada à fé? A verdade é que Jung não era um teólogo nem um defensor de uma única tradição religiosa. No entanto, ele acreditava que a experiência […]
Jung e a Religião: O Que Ele Realmente Pensava Sobre Deus e Espiritualidade?

Carl Gustav Jung é frequentemente associado a ideias místicas e espirituais, o que leva muitos a se perguntarem: Jung era religioso? Ele acreditava em Deus? Sua Psicologia Analítica tem bases espirituais? A relação de Jung com a religião é complexa. Ele não defendia dogmas religiosos, mas também não via a espiritualidade como um simples delírio […]